domingo, 31 de janeiro de 2010

Um dia em Bruxelas


A volta de Amsterdã foi sossegada. Dessa vez passamos direto pela primeira classe e nos acomodamos na nossa já velha conhecida classe econômica. Bem na nossa frente tinha um casal muito engraçado e com um lindo filhote canino que participou de todos os lanches da dupla. O cara comeu uns três sanduíches enormes de baguete e a mulher umas três tortinhas.

Chegamos em Bruxelas lá pelas 2h30 da tarde. Não tínhamos hostel reservado, mas janeiro é baixa temporada, então já sabíamos que não teríamos problemas para conseguir lugar para dormir uma noite. Andamos um pouco pela estação até conseguirmos informação de onde conseguir informações turísticas. É mole? O posto ficava há uma duas quadras dali. Pelo menos saímos de lá com um mapa da cidade e a indicação de um hostel bem perto dali. Andamos mais algumas quadras e encontramos o Manneken Piss, a pequena (mas pequena mesmo) e famosa estátua de menino fazendo xixi, que provavelmente é o monumento mais curioso da cidade.

Nos perdemos um pouco, mas, logo depois conseguimos chegar no hostel. Deixamos as mochilas no quarto e saímos. Infelizmente era segunda-feira e não tinha nenhum museu aberto. Então só nos restou passear pelas ruas, sentindo o doce e agradabilíssimo aroma de chocolate no ar, admirar a arquitetura dos prédios e as vitrines com mais chocolate e artesanato.

Paramos para comer um waffel gigante, compramos chocolates belgas deliciosos e voltamos para o hostel. Descansamos um pouco e decidimos sair para provar a famosa cerveja belga. Mas, no meio do caminho passamos por uma rua só de restaurantes. Na frente da maioria tinha um funcionário apresentando o cardápio e oferecendo preços especiais. Eles estavam literalmente disputando os clientes na rua. A oferta de comida boa e com preço bom foi tanta que acabamos jantando.

Do restaurante seguimos para o Delirium Café, um dos mais famosos bares de Bruxelas por servir uma quantidade sem fim de tipos de cerveja. Super recomendo o lugar. Bonito, bem decorado e animado em plena segunda-feira.


Nossa primeira parada, no coração da cidade

Grand Place


Pois é. Esse é o Manneken Piss

Impossível resistir

Morango, banana e chocolate...

Ruínas de um antigo castelo ao lado do hostel

Vista geral do Delirium

Cerveja boa essa Golden Draak! rs 

Cheers!

Last night

Era nossa última noite em Amsterdã. Jantamos, bebemos uma cerveja e rumamos pro Hostel. Era domingo, frio pra caramba, garoa fina, cidade meio largada às moscas e íamos acordar cedo pra tomar café e pegar o trem até Bruxelas no dia seguinte.

Estávamos passando por umas das ruas ao lado da prala Leidseplein quando fomos abordadas por um dos seguranças. Além de não pagar entrada, ganhamos dois drinks grátis. Espiamos pela porte e o lugar estava quase vazio. Ich, entramos ou não? Entramos. O DJ se animou e começou a colocar várias músicas animadas e o garçom bonito de olhos claros (êita cidade pra ter homem bonito) serviu nossos drinks na faixa. A música era boa e começaram a entrar outras pessoas. Um grupo de espanhóis que estava no mesmo pub que a gente, mais algumas mulheres, uma galera que estava no albergue.

Mas o ponto alto da noite foi a entrada de dois caras altos e fortões. Sabe aquela cena clássica de filme americano em que os soldados de folga entram no bar com aquela cara de vamos beber todas? Eu falei isso na hora pra a Cris. Eles ficaram do nosso lado no bar, puxaram papo e tiraram a gente pra dançar. E não é que eles eram mesmo do exército americano? Segundo eles nos contaram estavam numa missão na Alemanha e aquele era o final de semana de folga deles. Batata! Como diria Nélson Rodrigues.

Claro que tivemos que cortar a empolgação dos rapazes. Eles faziam o tipo "homem polvo" e falavam com aquele tom de voz de quem se acha a última coca-cola do deserto. Resultado: Ficaram tão indignados com o fato de não estarmos honradas com a companhia deles que foram embora sem nem dar tchau pra gente. Mas, o encontro inusitado rendeu boas risadas e esse post.


Vê se me erra!!! hahaha




Na cidade das bicicletas

Amsterdã é uma daquelas cidades lindinhas e fofas, exatamente do jeito que eu imaginava. Repleta de canais, museus, cafés, restaurantes, coffe shops e principalmente bicicletas. Elas estão por toda a parte, colorindo e enfeitando a cidade junto com as casinhas, os barquinhos e as tulipas. Pena que as flores só podem ser vistas na primavera e no verão. Mas, eu juro que volto um dia só pra ver as cidade florida.

Mas, voltemos às bicicletas. Minha maior preocupação na rua era evitar um atropelamento. Era só dar um ou dois passos de turista que não sabe exatamente para onde está indo que já ouvia a tal buzininha trimm, trimm. Eu até procurei pela buzina em lojas de souvenirs, mas não encontrei. Pensei até em entrar em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura da cidade e deixar a sugestão. Achei estranho ninguém ter pensado nisso antes. Ou vai ver as buzinas-souvenir estavam em falta nessa época do ano. Vai saber.

Eu achei o máximo ver as magrelas pela cidade inteira. Homens, mulheres, jovens, idosos, famílias inteiras passeando pra cima e pra baixo de bicicleta. Quer coisa mais econômica, saudável e ecológicamente correta? Nós só não alugamos bicicletas porque estava nevando e eu certamente seria um risco ambulante ao guidão. hahahaha

Como a cidade é pequena conseguimos fazer a maioria dos passeios a pé. Amsterdã tem museu para tudo. Até para tulipas, diamantes e machonha. Muito engraçado. Ficamos apenas três dias, então não tive tempo para visitar todos os museus que eu gostaria. Mais um motivo para voltar, né?

O momento mais emocionante da viagem foi visitar o Museu Van Gogh. Fecho os olhos e ainda vejo a explosão de cores e vida das telas. O pintor adorava a tranquilidade da vida no campo e imortalizou belas paisagens bucólicas e a vida simples de trabalhadores rurais na lida e durante as refeições em família. Eu lembrei muito da minha infância no campo, da história da minha família de imigrantes europeus (alemães e italianos), camponeses como aqueles retratados pelo pintor holandês.

O acervo do museu conta com belas obras inclusive um dos Girassóis, da série de telas mais famosas do artista. O Vaso com 15 Girassóis, pintado em agosto de 1888. Simplesmente marvailhoso! O girassól têm um significado especial pra mim porque - além de ser uma das minhas flores preferidas, é da cor da minha cabeleira e dos cabelos do Van Gogh, que também era ruivo. Detalhe: Na Europa eu sou apenas mais um ponto laranja na multidão. (Preciso escrever um post especial sobre isso)

Um dos pontos turísticos mais badalados de Amterdã é a Red Light District, local onde podem ser vistas as famosas garotas de programa na vitrine. Ao invés de ficarem na rua ou em clubes, elas alugam as casa com janelas enormes e ficam lá no quentinho (pelo menos eu acho que é) só de lingerie. Algumas dançam, outras ficam sentadas em bancos ou cadeiras. As mais desinibidas chamam os potenciais clientes batendo no vidro e acenando.

Os turistas passeiam tranquilamente pelas ruas, só observando. Mas, apesar da prostituição ser legalizada em Amsterdã, é proibido fotografar as meninas. Numa das ruas quase conseguimos ouvir a negociação entre uma das garotas e um cliente. Estávamos curiosas para saber quanto elas cobram por programa, mas achamos sensato não bater em nenhuma porta pra perguntar. Além das vitrines, o bairro todo tem muitos sex shops, casas de shows, restaurantes e cafés. No mínimo peculiar, eu diria.

Outro momento bem marcante da viagem foi a visita ao Museu Anne Frank. É possível visitar o sótão do estabelecimento comercial onde a família judia ficou escondida por dois anos, durante a II Guerra Mundial. Quando descobertos pela polícia nazista, a família Frank e a do sócio que também ocupou parte da esconderijo, foi enviada para um campo de concentração. O pai de Anne foi o único sobrevivente e divulgou o comovente diário da filha para o mundo. O diário já foi publicado em diversos idiomas e virou filme em 1959, com o título O Diário de Anne Frank, do diretor George Stevens, e ganhou três Oscars.
 
Anne, que ficou no esconderijo dos 11 aos 13 anos, emocionou o mundo pela profundidade de seus pensamentos e postura otimista diante da vida.

"Todo mundo tem dentro de sí um fragmento de boas notícias. A boa notícias é que você não sabe o quão estraordinário você pode ser. O quanto você pode amar! O quanto você pode executar! E qual é o seu potencial". Anne Frank.
 
Alguns cliques pela cidade...


Nossa chegada na Central Station

Hostel Stay Okay

Vondelpark que fica em frente ao hostel

O canal, as bicicletas e eu

Canal congelado

Estacionamento

Casa-barco

Museu Van Gogh

Vaso com 15 Girassóis

Museu Anne Frank: estante que servia de passagem secreta
para o esconderijo

Só no sapatinho

Passeio de balsa






First class

Nosso destino era Amsterdã, mas como optamos por viajar de trem novamente, tivemos que fazer uma escala em Bruxelas. Chegamos às 10h15 na capital belga e às 10h18 partia um trem para a cidade das bicicletas, das tulipas e dos bolos alucinógenos. Poderíamos esperar o próximo, é claro, mas como queríamos chegar logo resolvemos correr os 3 minutos seguintes.

Foi um corre-corre danado, o funcionário que fica na plataforma fez até um movimento com a mão de "Corre que dá tempo", corremos mais um pouco e ufa! conseguimos. Espaçosos e confortáveis bancos de couro nos esperavam. Acomodamos nossas mochilas, casacos e respiramos aliviadas. Uns 40 minutos depois veio o fiscal checar nossos tickets e gentilmente nos informou que estávamos na primeira classe e como nosso bilhete era da classe econômica teríamos que mudar de vagão. Pô, um monte de lugar vazio. Bem que ele podia ter deixado a gente ali. Eu táva até tirando um cochilo naquela hora. rs

Bom, lá fomos nós para a segunda classe. Os bancos não eram de couro e o espaço para esticar as pernas era menor, mas foi uma viagem bem tranquila. Consegui apreciar belas paisagens pela janela. Tudo branquinho, branquinho de neve.


Sim, essa era a poltrona da primeira classe

Paisagem vista pela janela do trem

O show do trem

As três amigas não conseguiam parar de falar sobre as coisas maravilhosas que viram em Paris. Era segunda-feira, dia 4 de janeiro de 2010 e elas estavam no trem voltando para Londres, sentadas confortavelmente num espaço com quatro poltronas e uma mesinha.

O trio já estava chamando atenção pela agitação e tagarelice, mas o show aconteceu mesmo quando elas decidiram abrir um champanhe que desceu e subiu escadas do metrô, ficou guardado num guarda-volumes por algumas horas e seguiu viagem de elevador e mais algumas escadas até entrar no trem.

A intenção era abrir a garrafa usando a técnica que não faz barulho e não desperdiça nenhuma gota do precioso líquido. Aperta daqui, espreme de lá, a rolha saiu sem fazer barulho, mas o champanhe simplesmente jorrou como que de uma vertente, molhando a mesa, as poltronas e as três passageiras. Ouviram-se muitos risos contidos e algumas gargalhadas infantis. Pena que nenhuma das três lembrou de ligar a câmera a tempo de registrar o momento exato do banho. Palmas pra elas, pois o show da vida tem que continuar!


Ooooops!!!


Tim, tim!

Paris je t'aime!

Eu sempre fui apaixonada por filmes franceses ou que usam a bela Paris como cenário. Sempre tive muito vontade de "ver para crer" no que os livros, revistas e filmes me mostravam. Mas, conhecer a cidade luz superou todas as minhas expectativas. Achei a cidade linda, romântica e libertária.

Como não se emocionar ao percorrer as galerias do Louvre, as salas e jardins do Palácio de Versalhes ou subir ao topo da Torre Eiffel? Como não se apaixonar pela vida ao passear pelas margens do Rio Sena, ouvir música nas escadarias da basílica de Sacré Couer ou beber um vinho enquanto um artista termina um quadro em Montmartre?

Além disso, Paris é maravilhosamente imperfeita. Alguns parisienses não são de fato muito simpáticos e não gostam de falar outra língua que não seja a deles, o metrô é sujo e meio bagunçado, o atendimento nos restaurantes e cafés muitas vezes deixa a desejar. Paris também é mais cara do que Londres no quesito atrações turísticas e souvenirs. Na terra das brumas a maioria dos museus podem ser visitados de graça. Em Paris tudo é pago, com excessão do primeiro domingo do mês, quando alguns museus liberam o acesso ao público. Por conincidência estávamos lá no primeiro domingo de 2010 e visitamos o Louvre de graça.

Eu penso que cada experiência é única e depende muito do viajante. Eu fiquei apenas cinco dias, em férias e acompanhada de amigos queridos. Fiz passeios lindos, comi e bebi muito bem. Não sei como seria morar lá e viver o dia-a-dia da cidade real, com seus problemas e dilemas. Mas, eu pagaria para ver, para ter o privilégio de morar numa cidade que respira história, arte, amor e inspiração. Vive la liberté!

Uma pequena mostra das centenas de fotos clicadas na cidade luz.

Minha primeira foto com a torre

Catedral de Notre Dame e o Sena

O Arco do Triunfo

Basílica de Sacré Couer


Montmartre - praça dos artistas

Moulin Rouge

No café que serviu de cenário para o filme 
O Fabuloso Destimo de Amélie Poulain
Tentando descobrir como chegar ao próximo destino.
Preciso de uma bússola urgente. Alguém me ensina e ler mapas?

Nos jardins do Palácio de Versalhes

La Charlotte de I'isle. Chocolateria indicada pela minha amiga Isadora

Protaganista de Federico Fellini


Tremendo de frio em frente ao Louvre

No Louvre. Todos querem ver e fotografar a Monalisa


A Vênus de Milo. Famosa estátua que representa Afrodite,
a deusa grega do amor e da beleza


Eros e Psique. Belíssima escultura em mármore de Antônio Canova 

Vida simples

Fomos recebidas em Paris com um simples café da manhã com queijo, geléia, patê e pão francês. Logo o Luiz e Ana Paula explicaram como seria simples a nossa vida em Paris. Ficamos num simples flat ao lado da Torre Eiffel, comemos pratos simples como scargot (sim eu tive coragem de provar), sopa de cebola e crépe. Bebemos o simples vinho nacional e passeamos pelo simples Palácio de Versalhes.

Estávamos todos de férias e queríamos aproveitar ao máximo toda aquela simplicidade. A brincadeira de "Dicas para levar uma vida simples em Paris" durou a viagem toda. Dureza sempre é voltar para a complicada realidade de trabalho, estudos e responsabilidades. Por isso mesmo, viajar é preciso!


Uma simples torre,

uma simples avenida


e um simples palácio

Bonne Année!

Brindei o Ano de 2010 aos pés da Torre Eiffel! Acho que esse ano promete! Antes tivemos um jantar em casa com muitos queijos, vinhos e espumantes. Uma delícia! Táva beeeeem frio, mas saímos pela rua cantando e dançando super animados. Nada como o calor humano nessas horas.

Acho que cantamos "Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo..." umas 15 vezes. Era nossa tentativa desesperada de animar a galera. Era possível ver de longe outros grupos de brasileiros na área. Eu fiquei um pouco frustrada porque e esse ano não teve a famosa queima de fogos, apenas o show de luzes que é lindo, claro, mas eu já tinha visto na primeira noite. Até tentamos descobrir o motivo, mas ninguém soube explicar a ausência dos fogos.

Nosso plano para o resto da noite era passear pela cidade e quem sabe entrar em algum lugar para dançar, mas fomos até em casa primeiro. Comemos um crepe de nutella e resolvemos descansar cinco minutinhos antes de sair e... Carol, Cris e eu dormimos de roupa, sapato e maquiagem. Quando acordamos já estava amanhecendo e eu não parava de repetir: "Não acredito que a gente não saiu. Estamos em Paris. Nós estamos em Parissssssssssss!" hahahaha


Iluminada, imponente, linda...


Novas cores na hora do show...

Luiz, Ana, Cris, Carol e eu no momento da contagem regressiva!

 Bienvenue 2010!

sábado, 30 de janeiro de 2010

Um trem para Paris

Os tickets foram comprados no guichê da Euroestar em Londres numa manhã de sábado, no final de novembro. Custou mais caro do que comprar passagem aérea, mas eu queria muito viver a experiência de viajar de trem para Paris cruzando o Canal da Mancha. Além disso, muitos dos meus amigos que moram em Londres recomendaram a trip.

Saímos da estação de Saint Pancras Internacional no dia 30 de dezembro, às 6h55 da manhã, e chegamos em Gare du Nord, em Paris, 2 horas e quinze minutos depois. E olha que maravilha! Sem precisar pegar ônibus ou trem até o aeroporto em Londres, sem filas para check-in, sem atraso no vôo, sem trem ou ônibus do aeroporto de Paris que fica bem longe do centro da cidade.

Bom, assim que o trem partiu eu tentei dormir um pouco porque estava tão empolgada e ansiosa com a viagem que mal preguei o olho na noite anterior. Mas, olha a situação. O italiano simpático que vendeu nossos tickets garantiu que tínhamos comprados ótimos lugares, mas sentamos coladas numa daquelas portas automáticas de vidro que não parou de abrir e fechar a viagem toda. Êita povo que gosta de ir ao banheiro, lanchonete, mudar de vagão. Eu só queria relaxar e curtir minha primeira viagem internacional de trem. Humpf!

Quando desembarcamos ficamos procurando alguma placa, algum sinal em inglês indicando onde ficava a linha de metrô que precisávamos pegar. Nada. Todas as orientações em francês.Procuramos o posto de informações e o atendendo balbuciou alguma coisa e apontou uma direção como quem diz "segue toda a vida". E fomos seguindo mais pela intuição do que pela informação de fato. E não é que deu certo?

Mapinha do metrô na mão, ouvidos e olhos bem atentos. Fizemos uma troca de trem e chegamos ao destino certo. Mas, pegamos a saída errada e não estávamos encontrando a rua. Pedimos informação para uma francesa, que foi bem etenciosa, e depois de andar até a metada da quadra, enquanto tentávamos encontrar uma placa com o nome da rua quando aparceu um francês chamado Antônio para nos ajudar. Ele trabalha numa pizzaria na rua ao lado do flat onde ficamos e além da informação correta, nos deu um belo sorriso de boas-vindas.

Nos dias seguintes passamos pela pizzaria muitas vezes e ele mesmo ocupado atendendo os clientes sempre acenava com um animado Bonjour e nós retribuíamos com um sonoro Bonjour Antônio! Bonjourne!


Saint Pancras, em Londres

Eu e minha pequena mochila


Estação Gare du Nord, em Paris